Há 10 anos atrás, entre janeiro e abril de 2007, nascia uma atlética que ninguém sabe direito que dia foi fundada. A XXXI de Fevereiro faz jus ao nome, a atlética de direito da PUC-Lon teve como pai’s, carros chefe e fundadores, Nicholas Thomas e Bruno Paccola!

Quem conhece o Nick já pode “imaginar como foi o começo dessa bagunça organizada”. Ele tem, sem dúvidas, muitas histórias pra contar, mas, uma delas é COMO ele fez a tatuagem do brasão da PUC-Lon em uma festa dos jogos (Oi?)

Nick: A tatuagem da atlética foi feita em uma cervejada pré jogos da PUC-Lon, em 2010. Eu contratei o tatuador sem contar pra ninguém e, no meio da festa, comecei a tatuar o brasão da atlética nas costas. Ninguém acreditava quando via, foi muito engraçado!

Como bom pai, Nick e várias outras pessoas deixaram um legado e tanto na atlética. Seus sucessores aprenderam muito bem com a “velha guarda”. As histórias dessa galera superam qualquer outra faculdade: vão desde soltar galinha em festa da UEM a escorregar no alojamento e parar NO PÉ DE UM POLICIAL.

Neste ano de 2017, a PUC-Lon completa 10 anos e, mais que super merecido, eles ganharam um presentão e tanto – e as histórias estão voltando das cavernas, né?

Em todo esses anos, a atlética NUNCA havia subido no pódio do Jogos Jurídicos Paranaense, mas quando se tem persistência, treinos, insistência, vontade, confiança e muito amor, nada impede de algo acontecer! E quem vai contar essa história pra gente, é o Zava e a Bella.


Zava: Nós não chegamos em nenhuma final coletiva, então no sábado, tínhamos uma noção de como estava a pontuação. Ainda faltava alguns individuais para serem classificados e acreditávamos que ficaríamos entre o 4º e o 6º lugar, mas até as finais tinha muita coisa para acontecer.

No domingo à tarde, perto da premiação, receber a notícia de que havíamos ficado em 4º lugar por 4 pontos de diferença da UFPR. A tristeza bateu e o inconformismo também. Foi assim que uma representante da atlética foi buscar os 4 pontos.

Na sala da C.O., refizemos a contagem da natação feminina e encontramos um erro. Não haviam colocado na classificação o 4º lugar da PUC-Lon da modalidade, e isso fez com que subíssemos 5 pontos. Foi coro para tudo quanto é lado. Uma sensação de ‘me belisca para ver se eu não estou sonhando’! Nem o Nicolo (vulgo Nick) acreditou na hora. E foi assim que por 1 ponto de diferença, conquistamos o tão sonhado pódio. Porque sem emoção ele não viria.

Nick: Quando me avisaram que tínhamos pego o terceiro lugar geral demorou pra ficha cair. Passou um filme de 10 anos em poucos segundos na minha cabeça. Me emocionei depois de lembrar de tudo que fizemos, desde o começo. Estacionei o carro, me recompus e continuei fazendo o que eu estava fazendo. Sabia que teríamos a hora certa pra comemorar junto com a atlética posteriormente.

“Treino é jogo, jogo é guerra”! Os atletas da atlética treinaram muito, tanto coletivos quanto individuais. Duas ou três vezes por semana, depois das aulas, até a 1h da manhã com aula cedo no outro dia, incansavelmente. Eles não pararam. Cada treino, cada amistoso, cada suor foi decisivo para chegarem onde chegaram e, este ano, foram campeões no tênis de campo feminino e masculino e no inédito judô. Além de prata no tênis de mesa feminino e masculino e bronze no futebol de campo.

O pódio!

Zava/Bella: Se desse para resumir em uma só sensação, a gente o faria, mas não dá. É um misto de tanta emoção e tanto sentimento que não dá pra explicar. Foram 10 anos para conquistar esse lugar, batemos na trave com o 4º lugar, mas dessa vez foi! Experimentamos desse gostinho de pódio e agora a gente não larga tão fácil dele.

Junto do 3º lugar no pódio e do amor pela atlética, a PUC-Lon fez mais. Eles levaram a maior delegação de todos os tempos para o JJPR. Como? Nem eles sabem, mas a confiança no trampo dessa galera, com certeza foi primordial.

Zava: Ouvi dizer por aí que batemos até o EP 2k17 em tamanho de delegação, hein!?

E, para finalizar, o Integraê ouviu o Zava, a Bella e, claro, o Nicholas sobre essa sensação e o aprendizado que cada um leva desse JJPR. E, ah, a pergunta mais crucial: o que a PUC-Lon significa para cada um deles!

Bella: Desde meu primeiro ano esperamos por esse pódio e, ironicamente, ele veio no meu sexto jogos e foi maravilhoso! Foi um pacote completo, os 10 anos, o pódio e ser a maior delegação. Para quem ama a Atlética, isso é com certeza a realização de um sonho, porque ver essa evolução durante esses 6 anos é espetacular. O aprendizado que todo mundo levou disso foi NUNCA DESISTIR, as coisas acontecem, mas tudo tem um porquê, “os fins justificam os meios”. Acho que quem me conhece sabe o que a PUC-Lon é para mim! É minha paixão, meu orgulho e, acima de tudo, minha família, uma família que é pra sempre, não interessa tempo e nem lugar. Uma família que me ensinou muita coisa, que me faz lutar por ela mesmo às cegas, que me provou várias vezes e me mostrou que eu sou capaz de muita coisa. Essa família me trouxe pessoas muito especiais que me marcaram e me marcam. Eu tenho muito que agradecer ao Nicolo por ter fundado essa família e ter me incentivado e apoiado em 2016 com os Jogos, ao Maza e o Rafa por terem me colocado na Atlética, à Ale por ser essa pessoa sem palavras para mim, a mãezona de todos nós, ao Zava por ter confiado em mim esse ano e todos aqueles que fizeram parte dessa história desde que eu entrei.

Zava: É difícil colocar em palavras tudo o que sentimos e vivemos nesses 4 dias, especialmente no domingo, e mensurar tudo o que acabamos por realizar. Esse pódio foi desejado por muitos e por muito tempo, e só a união de todos esses que fizeram com que o sonho se tornasse realidade. Com certeza todos os que passaram pela Atlética nesses 10 anos tem um pedacinho desse pódio, pois o legado que eles deixaram foi o que alimentou esse desejo de subir ao pódio e cravar o nome da gloriosa entre as gigantes. O aprendizado que fica é que com muito amor, sangue, suor e orgulho, poderemos chegar aonde quisermos, que a Puc-Lon é imensa e que podemos sim mais e mais, que nunca desistiremos e que vamos acreditar sim, até o último minuto. A Puc-Lon para mim é tudo, foi essa Atlética que me acolheu em momentos difíceis, foi nela que me amparei quando tudo parecia desmoronar, foi ela que me trouxe alegria, satisfação e amizades que levarei para vida toda. Sou muito grato por ter sido escolhido por essa família e ter ajudado em trazer esse presente para casa, afinal, não poderia haver presente melhor para comemorarmos os 10 anos dessa Atlética linda. Não poderia deixar de agradecer especialmente ao Nicolo, Mazza, Alê, minha diretoria e principalmente a Bellinha, que estiveram comigo ao longo desse ano e não deixaram eu sair da linha haha. Amo vocês!

Nick: A gloriosa 31 de fevereiro é um dos meus amores, representa os melhores anos da minha vida. Participar da fundação de uma atlética e presidir a mesma por 3 anos é algo indescritível. O tamanho do ganho que temos, pessoalmente, é muito grande. O meu trabalho à frente da atlética é diretamente responsável por onde estou hoje. Aprendi a ser líder na atlética. A ser empresário na atlética. Jamais teria chego onde cheguei se não fossem os anos que tomei conta da XXXI de Fevereiro. Ver onde ela chegou, 10 anos depois, é muito prazeroso. É uma sensação de dever cumprido, de ter entregue um trabalho muito bem feito.

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