Sexta-feira 13: a maré de azar de um jogos universitários!

Quem participa de competições esportivas, sabe que nem tudo está ao nosso alcance. Aquela bola que não entra, aquele passe que não encaixa. Um saque errado. Você treinou pra isso, você se preparou, e mesmo assim as coisas não foram como havia planejado. Isso acontece. Nessas horas a gente recorre para tudo que é santo. Não existe ateu. Passa aquela dúvida na cabeça… será que foi feito tudo? Será que eu fiz os rituais para entrar em quadra de forma certa? Você começa a achar que é azar. Por que não? Pode ser que simplesmente não era o dia das coisas darem certo. Um dia de azar, uma sexta-feira 13 talvez.

Então, neste dia, nós do Integraê vamos trazer para vocês como o azar pode ser decisivo nos Jogos Universitários.

Quem faz engenharia no Paraná, com certeza já ouviu falar da C7 (Vikings UFPR) e de sua grandeza. Mas esse ano, em especial, eles tiveram um resultado não etão agradável no Engenharíadas Paranaense e, para saber mais sobre, conversamos um pouquinho com o diretor de esportes, Andrey de Almeida.

A nossa atlética sempre teve duas competições na quais focávamos durante o ano: o Engenharíadas (que é o principal) no primeiro semestre e o Curitiba Inter Atléticas da Federal (CIA Federal) que é no segundo semestre.

Por muito tempo sobramos no CIA e, no Engenharíadas, a gente pecava muito na atenção aos esportes. Acho que o ano de 2016 foi a principal virada de chave nossa, porque perdemos o primeiro CIA pra Hipertrofolia (Atlética de Educação Física da UFPR) e quase fomos rebaixados no Engenharíadas.

2018 foi o ano que chegamos com sangue nos olhos, mas, infelizmente tomamos muitas punições bobas que nos tiraram o pódio do Engenharíadas. Mais uma vez as modalidades individuais foram um problema para nós, que fomos a melhor atlética nas modalidades coletivas. Agora nos preparamos para o CIA, a expectativa é de voltar a sermos campeões, mas sabemos que as outras atléticas também se fortaleceram”.

Atlética Direito Integrado

Nos Jogos Jurídicos Paranaense de 2018, a Atlética do Integrado, a Matilha, perdeu a final do basquete por uma infelicidade e um grande azar. Em conversa com a atleta Eryka, ela me contou um pouco sobre o jogo.

Nosso time era muito bom. Na semifinal nós jogamos muito bem e demos uma lavada, mas nossa melhor jogadora se machucou. Na final nós saímos na frente, parecia que seria outro “passeio”, mas a outra equipe virou o jogo e nós não conseguimos buscar o resultado e acabamos perdendo.

O maior lance de azar, na verdade, foi a Eduarda (nossa melhor atleta) ter se machucado. O jogo seria outro se ela tivesse em quadra”.

O que podemos concluir com isso é que às vezes até a mais preparada equipe pode ter contratempos e não render o esperado em quadra, no desafio de cheerleader ou bateria. Por isso é sempre bom lembrar que o preparo e o treino são fundamentais, mas que nem sempre a maré está boa. Não deixem com que um dia como o de hoje, uma sexta-feira 13, cheia de azar, atrapalhe o rendimento dentro de quadra.

Façam todos os rituais de forma correta para entrar em quadra/campo, rezem para todos os santos em que acreditem e se entreguem ao máximo!

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