Dia dos namorados: os amores que começaram nos jogos e deram em “finais felizes”!

Que jogos e amor combinam, isso todo mundo sabe, não é mesmo? Você ama sua atlética? Vá para os Jogos. Ama integração? Vá para o Jogos. Mas hoje vamos falar daquele amor que vemos nos livros e filmes de romance e que nos faz ficar horas pensando em alguém. E esse amor de que estou falando pode rolar SIM nos Jogos Universitários. Alias, já rolou! No texto de hoje vamos falar um pouquinho sobre alguns casos de amor nos Jogos!

Pegando o gancho de dia dos namorados, resolvemos mostrar que amor de jogos dura sim e é lindo sim! Chamamos três casais (um deles sou eu), pra contar como esses romances começaram e porque os jogos e a atlética influenciou a vida desses casais.

Se você perdeu a esperança, calma. A gente traz ela de volta com esse texto.

O primeiro caso que vamos falar aconteceu no EP 2k16, que rolou em Maringá. E quem contou pra gente foi o Cayo Lujan, estudante de Engenharia de Produção na UEM junto com sua namorada Odara Fabro, Pedagoga formada na Unioeste de Cascavel.

Eu tava no EP que teve em Maringá. Eu com meus amigos e a Odara com a galera dela, que era de Cascavel. No meio da loucura da festa à fantasia, encontrei ela vestida de Misty (personagem do desenho Pokemon) e eu vestido de mago. Fiquei pensando em alguma maneira de me aproximar e tive a sacada genial de literalmente tacar minha caneca nela, como se eu estivesse a capturando (o que não faz muito sentido, já que capturamos o Pokemon e não os treinadores AHAHAHAHAH). A gente ficou pela primeira vez, trocamos os números de telefone, nos encontramos na festa seguinte e ficamos também. Nessa mesma festa nós curtimos muito juntos e a nossa música é Anna Julia, dos Los Hermanos, porque tocou nessa festa e a gente estava junto na hora e consideramos até hoje como a música do casal.

Logo após o EP, continuamos conversando e nos visitamos mais algumas vezes. Eu indo para Cascavel, ela vindo para Maringá.

Só que como éramos de cidades diferentes e a vida universitária sempre corrida, nós nos afastamos um pouco, mas nunca deixamos de nos gostar. No carnaval de 2017 nos encontramos e ficamos de novo. Mas nada de namorar ainda.

Neste mesmo ano de 2017, o EP era em Cascavel e adivinha? Ficamos de novo os três dias de festas e nos curtimos mais do que no ano anterior. Mas sempre “solteiros”. Quando o EP acabou e eu voltei pra Maringá, nós continuamos conversando, dessa vez mais intensamente e até combinamos de nos ver algumas vezes, porém sem sucesso. Depois de algum tempo sem nos falar, eu estava no Afonsos e mandei o famoso: “Oi sumida”. Ela respondeu com “oi Sumido”. E eu, bêbado, mandei:

– Namora comigo?

– Namoro

– Tô indo aí!

Simples assim.

Peguei um ônibus e fui para Cascavel encontrar com ela… nem ela acreditou!

Depois disso começamos a ficar sério, um visitando o outro direito e começamos a namorar de verdade. Estamos juntos até hoje e acabamos de voltar de mais um EP juntos!”

Outra história, que eu não poderia deixar de contar é a do Victor Franco e da Maedra Benini, ambos formados em Engenharia de Produção na UEM.

Quando eu era calouro de Engenharia, sempre via os dois juntos em jogos, festas e rolê nas repúblicas. Isso era incrível. E a Maedra contou um pouquinho da história deles para o Integraê, se liga:

“Nós entramos juntos na faculdade e logo no primeiro ano já viramos amigos. Ele morava na RFP (pra quem não conhece, era uma das REPs mais famosas de Maringá e região), e em uma das festas que tinham lá, em cima de um freezer rolou um affer e ficamos pela primeira vez.

No meio do segundo ano começamos a namorar. No começo a gente ficava com receio do rótulo “namoro”, porque estávamos na faculdade e tudo mais, mas foi a melhor escolha que fizemos. A gente curtiu e construiu uma vida juntos sem perder os melhores momentos da faculdade com os amigos. Íamos para as festas, estudávamos juntos, e claro: íamos para o EP. No EP a gente comemorava junto com a premiação, aniversário de namoro e até dia dos namorados!

Posso dizer com tranquilidade que a UEM me deu de presente essa união, que hoje se concretiza com o casamento, prestes a iniciar uma nova família!”

História como essas, onde podemos ver duas pessoas tão ligadas às atléticas e aos jogos universitários servem para inspirar novos casais neste meio. Inclusive eu mesmo.

Conheci a Ana Flávia, minha namorada, em alguma cervejada em Maringá. No JOIA se não estou enganado. Provavelmente eu já tenha ficado apaixonado ali mesmo, naquele instante, mas ela não me deu nenhuma chance. ☹

Depois de alguns anos, nos encontramos de novo e começamos a conversar, até que ficamos pela primeira vez e começamos a nos gostar e então, após três meses começamos a namorar. Ela já é formada em Psicologia na UEM e já foi presidente de atlética. Eu sou estudante de Direito no Integrado e sou presidente da atlética. Estamos há um ano e dois meses juntos, praticamente, e já fomos em vários jogos e festas universitárias. E isso é ótimo, porque ambos sabem da rotina que cada um vive em jogos. Ela sabe como fico tenso e nervoso no JJPR e ela, a mesma coisa, no JOIA Maringá. Até hoje.

Isso só serve para nos fortalecer cada vez mais. E que venha ainda mais jogos e ainda mais festas para nós!

O que fica de lição dessas histórias é que os jogos universitários são para todos! Para solteiros, para quem namora e até para quem é casado, por que não?! Curtam esses momentos com as pessoas que vocês gostam sem medo de se arrepender. O amor da sua vida pode estar nos JOGOS!

O Integraê deseja um Feliz dia dos Namorados a todos!

E ah, conheceu seu @ nos jogos ou na atlética? Conta pra gente esse amor lindo ♥

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.