Nessa matéria daremos início a uma série de reportagens sobre o empreendedorismo na universidade. Os desafios, as vantagens, as desvantagens e muuuuuita história boa e inspiradora pra contar.

Nosso primeiro “caso” é de um pessoal que encontrou na mistura da música e da comida (ambos de excelente gosto) a solução para ideias e vontade de crescer em Rock e Temaki. O grande entrevistado foi o Leonardo Goahara, de 25 anos, que junto com dois amigos, Robson e Carlos, abriu, no seu terceiro ano de Administração (2012), uma temakeria, o Rock and Honda em frente a UEM (Universidade Estadual de Maringá) e que hoje está presente no Paraná inteiro e em breve em outros estados. Chega mais e confira se inspira nessa entrevista que o Léo deu pra gente. Empreendeae!

  1. Como foi que surgiu a ideia e quem abraçou o rolê?

Nós começamos em 3 sócios: eu, um que era sushiman (Carlos) e o outro advogado (Robson). O que era da cozinha estava infeliz onde trabalhava e não estava sendo valorizado da maneira correta. Já o advogado estava insatisfeito com a área de direito. Primeiramente os dois conversaram e tiveram  uma ideia de temakeria, meio que se inspirando numa temakeria que estava em alta no Rio de Janeiro e nessa época eu vi os dois conversando sobre essa ideia. O Carlos morava comigo e o Robson sempre estava conosco. Um dia em casa eu disse que ia montar um planejamento, algo que estava aprendendo na faculdade. Quando fizemos, vimos muita força através de métodos que aprendi na faculdade de administração e começamos a ver que a ideia era viável. Foi quando eles começaram a pensar em vender o carro e eu falei com meu pai sobre me ajudar na parte financeira. A partir disso, nós nos juntamos e abrimos o Rock and Honda, que hoje é o Rock Temakeria. Em 7 meses recebemos uma proposta de uma empresa que franquia negócios, vendo um potencial na nossa temakeria para virar uma franquia e então começamos a expansão. Hoje estamos com duas lojas em Maringá (lojas próprias), uma franquia em Londrina, uma em Ponta Grossa e outra que está pra sair em breve.

  1. Qual foi a maior vantagem e a maior desvantagem em empreender na universidade?

As vantagens são que no meio que você está ali na Universidade, você tem uma rede de contatos muito grande, desde possíveis clientes até professores que possam te ensinar ou dar um suporte, além de, no meu caso, aplicar todo um conhecimento que estava aprendendo na universidade. Em relação às desvantagens é mais no caso da rotina mesmo. Época de provas, trabalhos, presença em aulas, fica um pouco complicado, principalmente no início onde estava tudo corrido.

  1. Como você se preparou no decorrer da faculdade para isso?

Na verdade, no decorrer da faculdade meu objetivo sempre foi participar de processo de trainee e os pré requisitos eram experiências internacionais e trabalho voluntário. No primeiro ano procurei pelas empresas juniores e outras instituições, e acabei ingressando na AIESEC. Tive algumas posições de lideranças dentro da organização e foi onde tive maior contato com essa parte de gestão. Fiquei na AIESEC nos meus primeiros dois anos de faculdade. No terceiro ano planejava começar algum estágio remunerado para no quarto ou quinto ano fazer intercâmbio. Consegui o estágio em um banco, mas me via muito desmotivado lá dentro e foi aí que nos juntamos pra começar a trabalhar com o Rock.

  1. Uma dica para quem quer empreender na universidade

Não ter medo. Às vezes ficamos com o pé atrás em algumas questões que devemos enfrentar. É importante também calcular o risco do negócio. Sempre pergunto pro meu pai como ele foi maluco de me emprestar dinheiro e ele diz que o risco era baixo. Procurar investimento mais baixos e estar cercado de pessoas boas que complementem o seu perfil e que possam agregar no seu negócio. São essas dicas que tenho para quem está tentando empreender e buscar o sucesso na unviersidade.

O ROCK HOJE EM DIA…

Como eu havia dito, hoje Rock começou como Rock and Honda com uma sociedade entre três pessoas: O Leonardo Gohara, nosso entrevistado, que hoje tem 25 anos, o Robson, que tem 32 e o Carlos Honda, de 26, que hoje não faz mais parte da sociedade, deixando a tarefa de levar boa comida e boa música para o Léo e para o Robson. Pra quem quiser acompanhar um pouco mais do trabalho dessas feras dá uma olhada nas redes sociais dessa rapaziada firmeza demais!

Instagram: @rock.temakeria

Facebook: f/rock.temakeria

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