Fala, galerinha! Tudo certo?

Se liga no nosso tema de hoje que é pura responsa: empreendedorismo universitário!

Com certeza você já teve diversas ideias geniais e pensou “isso daria um ótimo negócio!”. Pelo menos, no meu caso, dia sim, dia não tenho alguns insights bem maneiros de como seria a minha empresa ideal. Mas empreender não é assim tão simples!

Mesmo que o negócio comece meio na gambiarra, com um jeitinho aqui ou ali, é necessário que haja muita organização e alguns investimentos financeiros (que não é o forte dos universitários, correto?).

Apesar das dificuldades, é possível sim aproveitar o empurrão que a universidade e os estágios nos dão para inovar e empreender. Acompanhe aqui com a gente os prós e contras de se tornar um empreendedor universitário e descubra se esse é o momento para você!

Conheça as vantagens do empreendedorismo na faculdade

Estar cercado de aprendizado e estímulos de educadores é uma baita vantagem em relação a quem não estuda mais. Além disso, na universidade, é possível firmar parcerias e encontrar pessoas que tenham o mesmo interesse que você.

Quando você entra no mercado de trabalho, as preocupações se tornam outras (a parte chata da vida, como salário e manter o emprego, por exemplo), e aí não sobra tanto tempo para pensar em empreendedorismo.

Supere as desvantagens

Por outro lado, apesar de toda a inspiração que o conhecimento na universidade traz, é necessário se dedicar 100% ao negócio. O empreendedorismo depende da sua responsabilidade e dedicação para funcionar!

Além disso, raramente o custo é zero para iniciar um negócio, exigindo um “paitrocínio”, uma reservinha de grana ou um investidor que apoia sua ideia.

E aí? Acha que dá conta do recado? Se você acredita que sim, você precisa saber dessas dicas:

Estude muito!

Sim, meu caro! Comece a ler e debater sobre tudo que está ao seu alcance. Esquece esse negócio de “não gosto de matemática” ou “humanas não é minha praia”.

Diversos autores sobre a área da criatividade, como Dominico de Masi (aquele do ócio criativo!), Lev Vygotsky, Henri-Louis Bergson acreditam que é necessário um impulso para a criatividade acontecer. A ideia do seu negócio pode surgir ao ser estimulado pela leitura e pela aprendizagem de diversos temas, que serão usados na construção do seu projeto.

Faça uma rede de contatos

Entre colegas de salas e professores, troque ideias com todo mundo! Peça opinião e crie parcerias. Ter uma rede de contato (networking) é o que te levará a novos patamares, novos rumos, além de permitir que você também obtenha experiências e dicas fundamentais para empreender.

Sem dúvida nenhuma, um empreendedor sabe se relacionar! E, nessa fase, os professores podem se tornar orientadores para te auxiliar nos primeiros passos.

Seja proativo 

Não espere as coisas caírem do céu, amigo! É necessário almejar e ir atrás.

Nenhum empreendedor conseguiu o próprio negócio sentado no sofá de casa. É preciso conversar, informar-se, fazer umas ligações, trocar uns e-mails etc.

Empresas juniores dentro da própria universidade também podem te dar um norte de como as coisas dentro de uma empresa (ainda que micro) podem funcionar. Sem contar as atléticas, que podem ensinar muito sobre proatividade.

Saiba se seu negócio é válido para o mercado

Uma dica meio óbvia, porém necessária: se você pretende lançar um produto ou um novo serviço, você precisa saber se ele é necessário ou pode ser desejado pelo mercado. Você pode descobrir isso conversando com as pessoas, aplicando pesquisas de mercado e buscando informação com a ajuda do nosso parça Google.

Eu realmente acredito que, para empreender, nunca existe a hora certa, mas o empenho necessário para tornar sua ideia real. Saia da sua zona de conforto, viva outras bolhas mesmo que dentro da própria universidade, mas faça — com responsabilidade!

Aproveitar o conhecimento da universidade e o estímulo do ensino pode ser uma boa sacada para o empreendedorismo. E aí? Já acha que está pronto para começar?

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