Falaaaa coleguinhas aqui do Integraê!
Como vocês estão? Espero que estejam todos bem e animados para mais um início de semestre da faculdade 🙈

Inicio mais um ano aqui no Integraê, com um tema de notabilidade que são as trocas de gestões dentro das universidades. Sejam trocas de Diretório Central Estudantil, Centro Estudantil ou Atléticas, as trocas de gestões são um dos momentos mais importantes e fundamentais para o processo e desenvolvimento desses órgãos/entidades dentro das universidades.

Com o final de ano se aproximando, muitos Centros, DCE e Atléticas começam as eleições para as trocas de gestões. Eleger quem irá dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido até então é algo crucial, e por vezes até delicado e que precisa ser encarado com seriedade, de tal maneira que cada entidade busque o melhor modelo possível para si, sabendo que as soluções encontradas podem variar muito. Mas por que essas trocas de gestões são importantes?

Acredito que nem precisamos parar para refletir muito sobre essa questão sabendo que não faz muito tempo, por exemplo, que tivemos a eleição presidencial do Brasil (2018) e teremos as eleições para prefeito esse ano. Mas se nos perguntarmos agora porque teremos eleição para prefeito esse ano, uma das primeiras coisas que que nos vem à mente, é que o mandato do atual prefeito está terminando e com isso teremos que eleger outro ou reeleger o atual.

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Não é diferente com as gestões nas entidades dentro das universidades. Todas estas gestões tem um período estabelecido normalmente por um estatuto que lhes dão um prazo de trabalho (normalmente um ano). E já pensou porque da existência desses prazos? Justamente porque cada gestão tem uma forma de trabalhar. Cada gestão tem por vezes prioridades diferentes durante o período em que estão à frente da instituição. E para que o trabalho desta entidade não fique apenas focada em uma determinada área, a troca de gestão permite que o foco da entidade também alterne.

No entanto, há casos em que determina entidade pode ter a mesma gestão se reelegendo (o que acontece raramente) ou determinada pessoa(s) que já fazia parte da atual gestão compondo o grupo que está se candidatando para a próxima. Muitas dessas pessoas escolhem continuar compondo as diretorias de suas entidades porque querem continuar agregando valores e ajudar a conquistar os objetivos dessas entidades. Eu mesma, posso dizer isso por experiência própria.

Eu faço parte da diretoria de uma Atlética há três anos e esse ano estou indo para a minha quarta gestão. A AAAEAF já se tornou para mim, um pedaço da minha família. Mais um lugar que posso chamar de lar. E posso dizer que o meu sonho de ver a AAAEAF voando cada vez mais alto é o que me motiva dizer “sim” quando sou convidada por uma nova gestão a permanecer na diretoria. Por acreditar que ainda posso estar contribuindo com a entidade para que ela possa se desenvolver cada vez mais. E assim como eu, tenho um colega colunista aqui do Integraê, Lucas Souza – Presidente Reeleito do DCE da Univille, Diretor Financeiro da Atlética de Engenharias da Univille, Tesoureiro da Liga das Atléticas de Joinville e Diretor de Eventos do Engenharíadas Sul 2020, que também optou por permanecer. E pedi para ele compartilhar com a gente um pouco sobre essa sua decisão de se reeleger como presidente do DCE da Univille – Joinville, SC.

A reeleição na Presidência de uma Atlética, CA, DA ou DCE é uma decisão dura e difícil, até hoje vi poucos casos. Acredito que cada entidade tem a sua realidade e peculiaridade, mas esta decisão pode fortalecer demais, ou decair mais ainda o trabalho já realizado. Todos sabemos da tamanha disposição que a Presidência de uma entidade exige e no fim do ano, se chega não se aguentando mais a rotina, a pressão, a cobrança e a necessidade de além de fazer a entidade crescer, ter que motivar muita gente a este propósito. Eu amo o movimento estudantil e universitário, e no mesmo ano em que fui reeleito Presidente do DCE da minha Universidade, exerci a Vice-Presidência da Atlética, para isso é preciso ter total consciência do que isso representa na vida e na rotina pessoal também. As vezes a reeleição é necessária, quando se tem a necessidade de concluir um legado e um trabalho planejado em andamento, quando ainda não temos a segurança da sucessão. Porém, a renovação feita com segurança, dá um novo gás, um novo ânimo e novos olhares para o desafio da entidade. Minha sugestão é nunca colocar alguém que caia de paraquedas, é preciso vivenciar a rotina, os problemas, as alegrias e tristezas, para depois assumir um desafio de tamanha responsa.

A cada final de um período de gestão, é notável as áreas que apresentam uma demanda mais urgente. E cabe não só as novas gestões, mas também aos alunos/associados de suas respectivas entidades estarem cobrando ou mesmo fazendo sugestões as novas diretorias que estiverem se elegendo/elegido. Porque por mais que as trocas de gestões são sempre necessárias, a participação dos alunos de forma efetiva também faz toda a diferença para o processo de desenvolvimento dessas entidades. Por isso, não deixe de usar a sua voz para ajudar a entidade da qual você faz parte poder evoluir.

É isso aí galera… Eu termino por aqui esperando que tenham gostado dessa breve matéria e lhes dizendo um “até logo!”.

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