Um dos primeiros (e mais essenciais) passos para a fundação de uma atlética é a escolha do mascote. Esse elemento faz parte do que irá compor a identidade visual da atlética e é uma forma de representar algo que seja relevante e/ou faça parte história da faculdade, curso, região e etc.  Agora que já entramos nesse clima, vamos conhecer um pouco das histórias dos mascotes de algumas atléticas que o Integraê conversou:

CARCARÁ – ATLÉTICA MARTELADA – UFOP

Reza a lenda que existia um carcará (de verdade haha) na Escola de Minas, a casa da Martelada, usado para controlar uma infestação de pombos. E segundo a galera da atlética, a gaiola ficava no meio do pátio, que era para atrair os bichinhos. Hoje em dia, é o carcará da Martelada quem atrai os adversários para a armadilha! A MARTELADA VAI TE PEGAR, que fala, né?

ÍNDIO – ATLÉTICA TURUNA – UFMT

Ninguém melhor para falar sobre o mascote do que um dos fundadores da atlética, né? Com a palavra, Igor Bambu, que contou pra gente um pouquinho dessa história:

A atlética Turuna foi fundada em 17 de julho de 2013, pouco tempo depois de termos retornado do Engenharíadas Mineiro 2013, em Araxá. Durante o TECO 2012 e também o EM 2013, onde fomos apenas como Liga das Engenharias da UFMT e nosso símbolo, o jacaré, não nos representava de fato, era algo provisório.

Como nossa delegação é oriunda do Oeste do país, éramos chamados de índios e quando nossa delegação chegava nas quadras e praças, a galera começava a fazer um grito de índio. Ao contrário do propósito de origem dessa bagunça, nós acabamos gostando de verdade dessa caracterização e concordamos que isso realmente nos representava e começamos a gritar junto!

A partir daí, no retorno para casa após o Engenharíadas Mineiro 2013, decidimos que era a hora de fundar uma atlética e unir esses índios loucos. Então, começamos todos os processos e criamos a identidade visual do índio, assumindo e fazendo disso a nossa marca!

Atualmente, somos uma atlética extremamente relevante no estado e com uma linda história traçada no Engenharíadas Mineiro e no Torneio das Engenharias do Centro Oeste. Levamos a sério o sangue laranja, valorizamos nossa tribo”.

BRUCE – ATLÉTICA DE COMUNICAÇÃO E ARTES – UFRJ

Vocês querem mascote carismático, @s? Então toma! O Bruce, o tubarão mais querido do litoral do país, é uma inspiração personagem do filme “Procurando Nemo”. A escolha desse tubarão, segundo a atlética, veio porque no início, a atlética representava apenas o curso de comunicação, cujo campus é bem próximo da Praia Vermelha. É esse, inclusive, o nome do campus. Daí, resolveram adotar o Bruce, esse tubarão risonho, como mascote.

RINOCERONTE – ATLÉTICA DE FISIOTERAPIA – ANHANGUERA – XIII DE OUTUBRO

Para saber um pouco sobre o porque desse mascote, o Integraê conversou com o Lorran Wagner, presidente da XIII de outubro e colunista do nosso portal haha.

A atlética de Fisioterapia Anhanguera – XIII de outubro, nasceu da vontade esportiva dentro do curso em questão, mas foi unânime a escolha do mascote para nos representar. O Rinoceronte marrento, não tem nada a ver com o curso, mas veio para ser amado quanto. Decidimos homenagear nossa atlética com esse animal devido a sua quase extinção por causa da caça ilegal dos seus chifres. Ultimamente, viemos chamando-o de Sudan, nome do último Rinoceronte macho da sua espécie, que veio a falecer este ano de 2018, mas se mantém vivo em nossos corações”.

PORCÃO – ATLÉTICA XVIII DE MARÇO – UTFPR MEDIANEIRA

E agora, quem conta a história do seu mascote é a Joseane Borges a mesma Jô do Integraê

O amor pelo “Porcão” tem raizes na própria casa da XVIII de Março… O porco ganhou o título de mascote da Atlética que representa as quatro engenharias de um dos campus da UTFPR justamente por estar localizado na cidade de Medianeira. Com aproximadamente 45 mil habitantes, Medianeira é um dos maiores polos produtores de carne suína do quadro nacional. A atividade movimenta a região não só economicamente quanto socialmente e é daí que nasceu a ideia do mascote.

Popularmente conhecida como “a corrida do porco”, onde a população se reúne para assistir a disputa de focinho a focinho de porcos, que, em baias diferentes e guiados pelos seus “jóqueis”, tem o objetivo de quem cruzar primeiro a linha de chegada é o porquinho vencedor, foi a justificativa da qual a diretoria fundadora da época denominou o animal como mascote da Atlética”.

E aí, conta pra gente a história do seu mascote e posta ele aqui!

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