Olá pessoas lindas desse Blogzão topzeira!!

Hoje vamos falar sobre aqueles textinhos marotos que temos que escrever durante nossa graduação de vez em quando e que às vezes somos pegos em alguns momentos e nos atrapalhamos para produzi-los.

Mas vamos por partes. O que significa escrever bem um determinado texto?! É estar de acordo com a gramática e ortografia? Estes fatores são importantes e essenciais para uma boa produção textual, mas a realidade é que, o mais importante é que o texto cumpra com o seu objetivo. Ou seja, que seja bem entendido e estimule o leitor de alguma forma. Como pensar no assunto exposto, por exemplo.

Escrever bem vai além de apenas se sentar na frente do computador e começar a digitar. Existem diversas práticas que podem lhe ajudar a escrever bem se adotá-los na sua rotina, além de várias técnicas e costumes para organizar o conteúdo que será produzido.

Para que possamos dar essa melhorada – e me coloco junto porque acho que sempre tem algo que podemos estar aprendendo ou reaprendendo – decidi passar aqui algumas dicas que você não pode ignorar para garantir aquela notinha satisfatória.

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1. Leia

É bem óbvio, mas necessário enfatizar aqui porque é importante mesmo (sem hipocrisia). A leitura ajuda a desenvolver e adquirir um vocabulário mais amplo, que é importante na hora de produzir textos. Além do mais, quem lê, ganha uma compreensão natural das normas gramaticais. E não bastando isto, com a leitura, obtemos outro fator importante que é a interpretação textual, fundamental para a compreensão dos temas que são muitas das vezes sugeridos na hora que vamos produzir um texto. Sem a devida interpretação, como escrever sobre o assunto?! – Fica a dica!

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2. Cuidado com a linguagem

Uma das coisas que muitas das vezes nos faz cometer erros nos textos é a utilização da “linguagem online”. Com os meios de comunicações, estamos sempre mandando uma mensagem, fazendo um comentário em uma publicação, compartilhando informações e boa parte desses momentos acabamos por utilizar bastante da linguagem coloquial. E quando estamos produzindo um texto – principalmente os da facul – não podemos nos dar ao luxo de utilizar essa linguagem. O correto é produzir o seu texto nas normas cultas da língua portuguesa.

Se você não lembra, vou dar um toquezinho aqui. Linguagem coloquial é a nossa linguagem informal/popular que utilizamos no cotidiano como gírias, palavras estrangeiras, abreviações e neologismos (criação de uma palavra ou atribuição de um novo sentido a uma palavra). Por isso, para não ter erro, deixe as gírias e abreviações para os chats, blz?!

3. Utilize de referências

Não tem como escrever um bom texto sem ter referências sobre o assunto. Por mais que você domine um determinado tema, mesmo assim é de grande relevância o uso de argumentos para embasar e fundamentar o seu texto. Além do mais, sempre temos algo a aprender quando observamos e lemos o que outra pessoa já produziu. Pense nisso como um benchmarking (avaliação comparativa) sobre tal assunto.

Segue algumas dicas de referência que podemos utilizar em nossos textos como argumentos, e que além disso pode cativar ainda mais o leitor:

  • Conceituação (este utilizado normalmente em introduções);
  • Citações (autores, obras, discursos);
  • Argumento por fatos históricos:
  • Dados e estatísticas (fontes de domínio público e de relevância como OMS, ONU, IBGE, Folha de S. Paulo e outros);
  • Exemplos factuais (de domínio público) ou ilustrativo (às vezes utilizando de abordagens como filmes, séries, literatura e outros);
  • Pesquisas (que sejam de fontes relevantes).
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4. Faça resumos

Ah quem diga que fazer um resumo sobre determinado assunto ajuda a afirmar as informações mais importantes sobre ele, a fim de que possa ajudar a compreender melhor o tema. Se é bem isso, não tenho certeza, mas posso lhe assegurar que por muita das vezes ajuda a já ter um pezinho de produção do seu texto quando se utiliza desse método.
Em prática você irá permitir que tenha um registro de obras que podem embasar o seu tema, além de que pode te dar vários outros temas sobre o que escrever sobre determinado assunto e desenvolver sua capacidade crítica.

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5. Cuidado com os erros de Português

Logo, chegamos a um – se não, o – ponto “mais sacana” de um texto. Pode até ser que quando comentado sobre escrever bem um texto a primeira coisa que lhe vem à mente são os erros de português que volta e meia você comete, não é mesmo?! Hahaha

Mas sabe de uma coisa, por mais que a gente possa ficar em dúvida quanto a certas expressões e palavras, normalmente vamos perdendo essa insegurança e constrangimento conforme vamos escrevendo e nos acostumando com a gramática.

Alguns erros mais comuns que devemos evitar são:

  • Não confunda “hífen” com “travessão”: o hífen é utilizado para unir palavras (guarda-noturno) e pronomes átonos ao verbo (acordá-lo), e para separar sílabas ao final de uma linha. Quanto ao travessão, ele serve para isolar uma expressão ou palavra ― como aqui ― e é usado para indicar uma mudança de interlocutor.

  • Saiba diferenciar “por meio de” e “através” – esse erro faz parte dos clássicos dos clássicos: a palavra “através” passa a ideia de “travessia”. Já a locução “por meio de” significa “por intermédio de”. Da uma conferida nesses exemplos:
    a) Ela viu o sol através da janela.
    b) As pessoas com deficiência auditiva se comunicam por meio de gestos.
    Ficou ligadinho agora?!
  • Também faz parte dos clássicos dos clássicos, os “porquês”. Segue a dica na imagem abaixo que considero super explicativa:
  • Cuidado com os pronomes “este/esse”: e conta aqui pra gente, já cometeu este erro? Ou seria esse? Vix, complicou?! Haha
    Resumindo, o “este” se refere a algo que ainda será comentado no texto, enquanto o pronome “esse” faz referência a algo que já foi comentado. Ex:
    a) Este casaco me pertence.
    b) Quando você comprou esse casaco que está usando?
  •  Não confunda, “mas” com “mais”: é bastante comum as pessoas confundir o advérbio de intensidade “mais” com a conjunção adversativa, “mas”. No entanto, hoje vamos deixar claro de forma simples e objetiva a diferença entre esses dois. “Mas” transmite a ideia de “oposição”. Que pode ser substituído por palavras como, “contudo, todavia, entretanto, …”. “Mais” expressa a ideia de “intensidade”, ou seja, quantidade! Segue os exemplos:
    a) Bernadete trabalha muito, mas ganha pouco.
    b) Venceu mais uma vez!
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Enfim, chegamos ao fim desse artigo, e encerro ele com uma dica extra que é uma lista de conectivos (aqui) – do “canal inteligente”, que tem um grande foco em produção textual – que você pode utilizar nos seus textos para aprimorá-los mais ainda. Vai por mim, não tem como escrever um texto sem conectivos. Então, já baixa a listinha e deixa ela salva aí para fazer uso quando precisar. Para concluir, podemos dizer que um bom texto não exige que tenhamos habilidades impossíveis de serem aprendidas. Apenas, torná-lo relevante e agradável para o leitor. Então, não se superestime mesmo não curtindo escrever, ok?! Segue as dicas, que é só sucesso.

E por hoje é só galerinha, espero que tenham curtido, e que eu tenha ajuda vocês de alguma forma. Beijos no <3, bom trabalho com os textos de vocês e até a próxima! 😉

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